Ano 2000 (*)
COMO FOI O CRESCIMENTO DE NOSSA IGREJA NOS ÚLTIMOS 10 ANOS.
Faremos abaixo uma retrospectiva dos últimos dez anos de nossa igreja como segue:
Retrospectiva 1989 :1999
1989
170 membros comungantes
1990
- 181 membros comungantes 5 : Profissão de Fé 6 ÿ Profissão de Fé e Batismo
1991
148 membros comungantes 1 : Profissão de Fé 1 : Profissão de Fé e Batismo 1 : Transferência de outra igreja 31 : Abandono conforme artigo 27 alinea g 1 : Falecimento 2 : Transferência para outra IPI 2 : Transferência para outras denominações
1992
: 130 membros comungantes 2 : Profissão de Fé 2- Profissão de Fé e Batismo 1 : de outra IPI. 18 : Abandono conforme artigo 27 alinea g 2 : Falecimento 1 : Transferência para outra IPI 2 : Transferência para outras denominações
1993
: 125 membros comungantes 3 : Profissão de Fé 3- Profissão de Fé e Batismo 1 : de outra IPI. 2 : Abandono conforme artigo 27 alinea g 2 : Falecimento 8 : Transferência para outras denominações
1994
: 122 membros comungantes 2 : Profissão de Fé 3- Profissão de Fé e Batismo 2 : de outra demoninação . 8 : Abandono conforme artigo 27 alinea g 2 : Falecimento
1995
: 125 membros comungantes 2 : Profissão de Fé 1- Profissão de Fé e Batismo
1996
: 114 membros comungantes 3 : Profissão de Fé 6- Profissão de Fé e Batismo 1 : de outra IPI. 14 : Abandono conforme artigo 27 alinea g 2 : Falecimento 5 : Transferência para outra IPI
1997
: 117 membros comungantes 6 : Profissão de Fé 2 : de outra IPI. 1 : Falecimento 4 : Transferência para outra IPI
1998
: 129 membros comungantes 6 : Profissão de Fé 3- Profissão de Fé e Batismo 3 : de outra IPI. 1 : reabilitação 1 : Falecimento
1999
: 115 membros comungantes 1 : Profissão de Fé 2- Profissão de Fé e Batismo 1 : Reabilitação. 1 : Transferência de outra IPI 2 : Transferência de outras denominações 17:: Abandono conforme artigo 27 alinea g 2 : Falecimento 2 : Transferência para outra IPI


ANALISE ESTATÍSTICA De 1989 com 170 membros comungantes a 1999 com 115 membros comungantes podemos verificar o seguinte: Verifica-se que, antes de 1991 não se demitiam membros que, embora arrolados como comungantes, não participavam mais dos trabalhos da igreja, mascarando assim os dados estatísticos. Que houve poucas variações no total de numero de membros, a partir de 1992. Que neste período, 33 irmãos que se arrolaram a IPI, são provenientes da Igreja Católica Apostólica Romana. 25 irmãos que fizeram sua Profissão de Fé, são filhos (as) dos membros da própria Igreja. 14 membros foram recebidos, por transferência de outras IPI e denominações. Neste mesmo período, 13 irmãos foram demitidos por falecimento. 26 saíram desta igreja para outras igrejas ou IPI. Apesar do alto numero de demitidos pela alínea G, no total de 90 membros, o conselho tem informações que 80% estão em outras igrejas. Os outros 20%, pelo menos 5% já faleceram, sendo desta forma, baixíssimo o numero de perdas reais no numero de membros no reino de Deus. Claro que a contabilidade, nua e crua, é fria, e muitas vezes não reflete o que aconteceu de fato. Se fizermos um levantamento mais amplo de irmãos que saíram desta igreja, vamos constatar que, apesar de terem saído daqui, a grande maioria estão reforçando outras igrejas evangélicas, ou seja, a igreja que não é nossa, porém de Cristo, cresceu. Há ainda aqueles que a igreja recebe, transforma a vida e não entram para a estatística, que é o caso do Ademir, homem de rua , alcoólatra, que a igreja adotou e hoje está completamente transformado física e espiritualmente. Fora ainda as "Escolas Bíblicas de Férias" (EBF) que são feitas no mês de julho de cada ano, com uma media anual de 250 crianças por EBF. CONCLUSÃO A igreja ganhou grande conhecimento bíblico com o Rev. Sherlock Nogueira (década de 70-80). O mesmo deu-se com o Rev. Valdemar de Souza (80). O Rev. João Correia Lima (90) se esmerou, só não comeu "deliciosos manjares" quem não quis. Com o Rev. Jair Ribeiro de Mello (anos de 97-98), nós passamos por um período de reflexão de nossa fé. O Rev. Ricardo Vargas Mora retomou o crescimento de nossa fé,. e é o nosso atual pastor. Nossa Igreja tanto nos cultos, quanto na escola dominical, tem se esmerado no ensino da Bíblia. Temos um presbítero, que como um "filho pródigo", visitou nossa Igreja quando estava voltando para o evangelho, devido a alguém em seu trabalho, que já freqüentava a Escola Dominical, e hoje é membro de outra igreja, ter falado bem da estrutura e divisão das faixas etárias da nossa escola dominical e do compromisso e seriedade do ensino bíblico aqui aplicado. Quantas horas gastas, alias, para mim são ganhas, no preparo das lições da escola dominical; apesar de confiar na mediação do Espírito Santo quando preparo uma aula, fico remoendo a lição a semana inteira. Temos que ter maturidade na palavra ao falarmos do evangelho, para não escandalizarmos os irmãos, e principalmente os novos convertidos. Às vezes, é uma posição pessoal exacerbada, a falta de humildade de muitos, que não se permitem voltar atrás em algum assunto, ou reconhecer um erro e acabam mudando o curso da aula; ao invés de uma aula bíblica, transforma-se em um bate boca desnecessário, "brigas" de opiniões que não levam a nada, aliás afugenta o eventual visitante e escandaliza o novo convertido, como já aconteceu várias vezes. Nos últimos dez anos, nossa amada igreja enfrentou grandes problemas e desafios. Muitas foram as divergências de opiniões, as discussões, os retrocessos e os avanços, porém , o que nos fica marcado, é o mover do Espírito na vida de muitos e a comunhão entre os irmãos.

Seminarista
José Ricardo Garcia

ano 2000

(*) Este trabalho tem duas finalidades, primeiramente ele serve de base para a disciplina de Historia da Igreja II que é ministrada sabiamente pelo Professor Rev. Marcio, que nos mostrou a importância da Igreja universal nos últimos séculos e da nossa Igreja local nas últimas décadas. E em segundo lugar a importância que é descobrir como a nossa igreja local "IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE DE VILA DOM PEDRO I" age em nossas vidas, e saber um pouco mais de como ela se desenvolveu através das décadas.